Sessão de Encerramento do Projecto Sem Comentários »

11 de Dezembro, 2009 (Notícias)

Na passada terça-feira, dia 8 de Dezembro, decorreu no Centro Cultural Português, a Cerimónia de Encerramento do Projecto No Na Tisi No Futuru.

No encontro estiveram presentes cerca de 80 pessoas, entre as quais as 11 Organizações da Sociedade Civil (OSC) beneficiárias do projecto que deram o seu testemunho e trocaram impressões sobre os dois anos de participação no projecto. Do Programa fizeram parte 3 painéis onde se falou sobre os Resultados do Projecto, se ouviram os testemunhos de três das onze organizações beneficiárias e se abordaram as perspectivas para futuros programas de apoio às Organizações da Sociedade Civil.

A Sessão de abertura esteve a cargo de Diogo Ferreira (IMVF) e de Carlos Schwarz Silva (AD) contando ainda com a participação de Guilherme Zeverino, Adido da Cooperação da Embaixada de Portugal no País, António Capone, em representação da Delegação da União Europeia na Guiné-Bissau e Ibraima Sanó, em representação do Secretário de Estado da Cooperação Internacional, Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A Coordenadora do Projecto, Ana Teresa Forjaz, bem como Isabel Djedu, uma das Coordenadoras Pedagógicas do No Na Tisi No Futuru e Jorge Handem, Director da Escola de Artes e Ofícios/AD foram os oradores do 1º Painel - “Resultados do Projecto”.

No 2º Painel, Avelina Semedo, Secretária Executiva da NADEL, Justino Caroné Gomes, Secretário Executivo da EDEC e Heitor Dias, Administrador da AGRICE deixaram os seus testemunhos e apresentaram à audiência as melhorias introduzidas pelo Projecto no funcionamento das suas Organizações.

A fechar, o 3º Painel, “Perspectivas para futuros programas de Apoio às Organizações da Sociedade Civil” contou com a participação de Piergiorgio Calistri, (Delegação da Comissão Europeia), Judith Mayer (UNVP/PNUD), Braima Turé (Direcção Geral da Cooperação Internacional), Maria Carreiro (ONG Internacional SNV) e Madiu EMbaló (DIVUTEC).

Paralelamente, na sala do evento, decorreu uma pequena Exposição com o objectivo de dar a conhecer os locais e os sectores de intervenção de cada uma das 11 OSC e de ouvir a sua opinião sobre o impacto do Projecto.

Durante 24 meses este Projecto procurou disponibilizar um programa de reforço contínuo às Organizações da Sociedade Civil Guineenses assente nas próprias organizações e nos seus recursos humanos, trabalhando ferramentas e metodologias que garantissem a sustentabilidade e promovendo uma lógica de interacção e promoção de complementaridade com outros actores.

Entre as várias actividades que foram desenvolvidas incluem-se a Produção de um Estudo de identificação e análise institucional das OSC Guineenses, a entrega de materiais de escritório e apoio ao seu bom funcionamento das Sedes das 11 OSC (instalação de painéis solares e fornecimento de internet), a realização de diversas sessões de formação e estágios profissionalizantes e a produção de diversos suportes de comunicação que não só proporcionaram a divulgação do Projecto como também estabeleceram um elo entre os vários intervenientes no Projecto.

Consulte aqui a última Edição da Newsletter No Na Tisi No Noticias!

Projecto co-financiado pela Comissão Europeia e apoiado pela Cooperação Portuguesa.

Para voltar a ouvir… Sem Comentários »

28 de Maio, 2009 (Notícias)

Já se encontram disponíveis, na página de “Recursos e Ferramentas”, as 12 primeiras emissões do Programa de Rádio No Na Ti No Futuru.

Temas tão diversos como Sistematização, Planeamento Familiar, Nutrição, Associativismo, Voluntariado e Empregabilidade ou Processo Eleitoral podem agora ser relembrados através das entrevistas e reportagens destes Programas de Rádio, uma iniciativa do Projecto No Na Tisi No Futuru com emissão quinzenal na Rádio BomBolom.

Em breve estarão também disponíveis os restantes Programas transmitidos até ao momento.

Novos recursos disponíveis on-line Sem Comentários »

20 de Abril, 2009 (Notícias)

Já se encontra disponível on-line o Estudo – “Análise Institucional das Organizações da Sociedade Civil” elaborado no âmbito do Projecto No Na Tisi No Futuru. Esta Publicação contém também um Guia das OSC inquiridas que representa a recolha de dados mais actualizada sobre as OSC guineense.

Entre outras conclusões, o Estudo constatou que o espaço da “sociedade civil” guineense é constituído por uma grande diversidade de organizações informais e formais, com diferentes interesses, que actuam em quase todas as esferas da vida social e económica do país.

Contudo, esta diversidade não é acompanhada por uma coordenação regular por parte das diferentes redes e agrupamentos de OSC o que potencia os riscos de dispersão, isolamento e insuficiência de comunicação entre elas.

Ao diagnosticar o contexto em que operam as OSC, a sua dinâmica e capacidade de resposta, este estudo constitui-se, assim, como uma importante ferramenta para reforçar as organizações da sociedade civil do país, uma área que o Projecto No Na Tisi considera ambiciosa mas fundamental no quadro democrático e sócio-economico da Guiné-Bissau.

Um Estudo com Coordenação Científica de Alfredo Handem e editado pelas ONGD portuguesas IMVF, CIDAC e ISU e pelas ONG guineenses AD e DIVUTEC com o apoio da Comissão Europeia e do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD).

Já está também disponível on-line a 2ª Edição da Newsletter “No Na Tisi No Noticias”.

No Na Tisi potencia presença de Parceiros Sem Comentários »

20 de Março, 2009 (Notícias)

Já é rotina o Projecto No Na Tisi No Futuru organizar curtas sessões de formação, denominadas pelo Projecto de “Djumbai”, aproveitando a vinda de parceiros ou técnicos especialistas em determinadas matérias, parar criar sinergias e partilhar conhecimentos, através de uma conversa (djumbai) temática.

Nesse âmbito foi realizado no dia 18 de Março, quarta-feira, na sede do projecto um Djumbai sobre “Dinamização dos mercados locais e dos circuitos de comercialização agrícola”.

Este djumbai contou com a animação da Leonor Mello, consultora do IMVF, em missão na Guiné-Bissau, no quadro do projecto “Dinamização Integrada do sector privado comunitário na região de Cacheu”, implementado pelo IMVF, AD e COAJOQ, em conjunto com três técnicos da COAJOQ, respectivamente: Leandro Pinto Júnior, Armando Sampa e João Sanha.

Também estiveram presentes membros das OSC seleccionadas que tiveram a oportunidade de debater questões ligadas à comercialização dos produtos, caracterização financeira dos produtos, caracterização da comercialização e plano de marketing.

Para a próxima quarta-feira, dia 25 de Março, está agendado outro Djumbai, sobre o tema “Comunicação, advocacia e campanhas” com a técnica do Instituto Marquês Vâlle Flor, Sandra Oliveira, que se encontra em missão na Guiné-Bissau, no quadro do projecto “Rostos Invisíveis”.

Formação em Gestão do Ciclo do Projecto II Sem Comentários »

12 de Março, 2009 (Notícias)

Gestão do Ciclo do Projecto II será a próxima formação a promover pelo Projecto No Na Tisi No Futuru na Feira das Possibilidades em Nhabidjon, Bambadinca, no leste do país, Guiné-Bissau.
O módulo terá uma duração de cinco dias, de 16 a 20 de Março e seguir-se-ão ainda nos próximos meses outros módulos sobre o mesmo tema.
O local escolhido para esta formação permitirá à equipa da formação realizar no terreno, juntos das comunidades, um diagnóstico e a identificação de um projecto.

Está a decorrer… Sem Comentários »

20 de Fevereiro, 2009 (Notícias)

Está a decorrer a formação em Gestão do Ciclo do Projecto I promovido pelo Projecto No Na Tisi No Futuru na Escola de Artes e Ofícios no Bairro de Quelelé, em Bissau.

Este primeiro módulo terá uma duração de cinco dias e durante os próximos meses seguir-se-ão outros módulos.

O tema desta formação era muito esperado por todas as OSC visto a Gestão do Ciclo de Projecto ser uma das principais ferramentas de trabalho das Organizações da Sociedade Civil, pois é através de um bom documento de Projecto que se consegue planificar boas actividades e financiamentos para a execução das suas actividades de luta contra a pobreza no terreno.

PLANIFICAÇÃO ESTRATEGICA E OSC Sem Comentários »

20 de Fevereiro, 2009 (Notícias)

O Projecto No Na Tisi No Futuru promoveu, no contexto da formação transversal para as OSC beneficiárias, mais um curso de Formação, desta vez sobre Planificação Estratégica I que decorreu de 26 a 30 de Janeiro na Escola Artes e Ofícios de Quelelé.

Formação em Planificação Estratégica

De acordo com um dos formandos, Mama Samba Candé, Secretário Executivo da Organização de Apoio ao Desenvolvimento das Iniciativas Comunitárias na Região de Gabú – ADIC NAFAIA: “com os conhecimentos que estamos a adquirir nesta formação estaremos mais capacitados de realizar algumas mudanças; antes víamos a visão e a missão da nossa organização um pouco confusa, até mesmo os nossos objectivos; a partir deste momento vamos voltar ao terreno para redefinirmos com os parceiros a nossa nova visão, missão e até objectivos, para podermos realmente contribuir no desenvolvimento da região, e diminuir a pobreza nas populações”.

Para Wilson Gomes, Secretário Executivo da Associação dos Jovens Unidos de Bula – AJUB: “esta formação superou as nossas expectativas, pois a maior preocupação da nossa jovem organização é saber elaborar um plano estratégico, mas como não temos meios de contratar um consultor na matéria, queríamos que os dias passassem rapidamente para estar nesta formação. Foi muito bom termos um formador que realmente soube transmitir o que esperamos dele. No momento estamos capacitados para quando voltarmos ao terrenos estar em condições de elaborar o nosso plano estratégico.

“Sendo Conselheira de Economia Rural da Estrutura para o Desenvolvimento da Educação Comunitária – EDEC esta formação permitiu-me estar no momento capaz quanto à este assunto, e se por ventura for preciso, e tiver ao meu alcance os elementos necessários para elaborar um plano estratégico, estarei apta”, rematou Elizabeht Gomes, Conselheira de Economia Rural da EDEC na Região de Tombali em Cassacá. Jamel Handem, Formador em Planificação Estratégica

Para João Sarion Handem Júnior, mais conhecido por Jamel Handem, formador em matéria de Planificação Estratégica, “a utilidade particular desta formação é ajudar as organizações a melhorarem a visão que têm das suas organizações, na elaboração do plano estratégico das sua instituições. Aqueles que já têm vai permitir-lhes rever o seu plano estratégico”.
Jamel ainda afirmou que para as organizações a planificação estratégica se considera como sendo uma bíblia, porque é através dela que permite as instituições terem uma visão do que querem para as suas organizações a médio e longo prazo, para além, claro, de ajudar os parceiros a fazerem uma leitura fiável do que a organização pretende realizar ou contribuir no processo do desenvolvimento local ou do país.

Para as 11 OSC beneficiárias, faltam  ainda realizar mais dois módulos em Planificação Estratégica, que estão agendados para os próximos dois meses. Este espaço de tempo entre as formações vai permitir as organizações prepararem trabalhos para as próximas formações.

 

À conversa com… Ana Teresa Forjaz - Coordenadora do Projecto No Na Tisi No Futuru Sem Comentários »

20 de Janeiro, 2009 (Notícias)

Em que consiste este Projecto?
O Projecto consiste num Programa de Reforço de capacidades da Sociedade Civil. Abriram-se candidaturas das quais foram seleccionadas 11 Organizações da Guiné-Bissau, entre ONG e Associações, estando nós neste momento a capacitá-las em vários domínios. Concretamente através da formação, apoio com materiais, reabilitação das suas Sedes, equipamento das instalações com painéis solares, equipamentos informáticos e consumíveis e vamos ainda possibilitar a realização de estágios e de intercâmbios.
Para além de todas essas actividades temos uma newsletter e um blogue, que são ferramentas informativas que motivam a troca de experiências e de informação entre as Organizações.

Quantas Organizações se candidataram?
Candidataram-se 58 Organizações . Todas teriam interesse em estar presentes neste Projecto mas não poderíamos abarcar todas razão pela qual foram estabelecidos uma série de critérios mediante os quais foi feita depois uma selecção. No fundo escolhemos as Organizações que tinham já um pouco de caminho andado de forma a poderem agora absorver tudo o que temos para dar, mas ao mesmo tempo optámos por não apostar nas organizações já mais estruturadas e com capacidade para ter mais apoios.

Sente que este Projecto é inovador?
Sim. É um Projecto que acaba por ser bastante completo. Muitas vezes dá-se apoio às Organizações em termos de formação teórica mas este Projecto vai além disso. Presta apoio a outros níveis, muito complementares, e acho que realmente permitirá a estas 11 participantes dar um passo em frente. Não queria deixar de salientar que, embora directamente apoiemos estas 11 Organizações, existem momentos em que conseguimos também chegar a mais Organizações, apoiando-as através da distribuição de pequenos materiais ou da realização de actividades periódicas, seja prestando apoio técnico quando o mesmo nos é solicitado ou realizando os vários workshops previstos que serão com certeza abertos a outras Organizações.

E como está a ser experiência de trabalho com estas Organizações?
Torna-se fácil porque são todas elas muito receptivas, têm todas muita vontade de aprender e de participar. Nunca senti resistência ou falta de interesse. O maior desafio é o facto de ser um grupo bastante heterogéneo, o que influencia muito quando falamos de formação em sala de aula. Ter tanta gente tão diferente é uma experiência muito rica mas é também exigente para o formador o facto de ter de fazer chegar a todos a mesma formação quando há níveis de experiência assim tão diferentes.

Que dificuldades encontra no terreno?
A Guiné-Bissau tem as suas particularidades. Aspectos que em portugal são um dado adquirido, como a electricidade ou a água num escritório na Guiné-Bissau não estão garantidos. Pequenos contratempos ligados à electricidade ou um problema informático não se resolvem tão facilmente. Mas com a experiência as pessoas vão aprendendo a proteger-se. Por vezes, ao chegarem colegas de Portugal, dou-me conta que há uma série de acções que já temos no dia a dia e que não são óbvias para quem chega, como ligar e desligar o UPS, cuidados maiores com as chaves ou com o gasóleo.

Qual a relação com os parceiros?
Este Projecto apresenta alguns desafios a esse nível. São 5 parceiros a trabalhar ao mesmo tempo. São três portugueses – o IMVF, o ISU e o CIDAC - e dois parceiros guineenses - a AD e a DIVUTEC - e isto movimenta muita gente. Mas é uma experiência enriquecedora e até agora tem funcionado muito bem.

Como estão delegadas as tarefas entre os parceiros?
As 5 ONG assumem responsabilidades cabendo a coordenação ao IMVF e à equipa seleccionada para estar no terreno. Os parceiros realizam missões de acompanhamento e avaliação, são consultados em decisões estratégicas e dão o seu input, que é muito rico. Temos várias experiências neste sentido. Há pouco tempo tivemos a visita do CIDAC e do ISU que para mim foi muito importante pois coincidiu com uma visita da equipa do IMVF responsável pela coordenação do projecto, e fomos várias cabeças a pensar ao mesmo tempo, adquirindo-se uma riqueza de experiências. Avançou-se com uma série de novas ideias e com sugestões sobre como contornar problemas que foram surgindo.

O que pode este Projecto deixar aos participantes e à sociedade civil guineense?
Será difícil medir o impacto do Projecto logo que ele termine. A aprendizagem é uma tarefa lenta e muito do que as ONG vão aprender durante estes dois anos apenas colocarão em prática daqui a 2 ou 4 anos. Numa situação da sua vida o que aprenderam vai-lhes fazer sentido ou vai ser útil para aplicarem.
No entanto, e a curto prazo, penso que todo o apoio que tem sido prestado a nível de equipamentos fará a diferença. Gosto de dar o exemplo da internet. Pessoas que estão em Gabú ou em outro local mais longínquo de Bissau têm agora acesso a internet, um apoio conseguido através do Projecto que veio tornar a vida deles muito mais fácil, tornando também o trabalho muito mais rentável.
Depende também de cada ONG, como se estão a preparar e como conseguem responder neste momento a todos os estímulos que estamos dar. Uns vão responder com certeza mais e mais depressa do que os outros.

Será lançado em breve um Estudo em que são apresentadas estas Organizações…
Sim. Estamos a falar de um grupo bastante heterogéneo. Algumas destas ONG já conseguiram ter outros Projectos e outros apoios, de ONG estrangeiras. Outras são mais pequenas. Há uma Associação de jovens, uma Associação de Mulheres Hortícolas em Quinhamel, Organizações que até podem já existir há muitos anos mas que ainda estão a dar os primeiros passos em termos organizacionais.

Que mensagem deixaria à Sociedade Civil Guineense para o ano de 2009?
A Sociedade Civil tem um papel muito importante na Guiné-Bissau porque consegue chegar onde o Estado não chega. Espero que cada vez mais se caminhe para uma complementaridade, que por vezes não existe, entre o que o Estado faz e o que as ONG fazem. É quase perigoso virarmos costas a um Estado, porque o desresponsabilizamos e portanto espero que a sociedade civil consiga caminhar de encontro ao Estado e não de costas para ele. E como acabámos de ter eleições na Guiné-Bissau espero que traga isso de bom, para que realmente estas duas facções possam trabalhar para o Desenvolvimento na Guiné-Bissau.

CIDAC E ISU no Djumbai com as 11 OSC do Programa No Na Tisi No Futuru Sem Comentários »

31 de Dezembro, 2008 (Notícias)

No final do mês de Novembro e início do mês Dezembro, o Projecto de Reforço das Organizações da Sociedade Civil (OSC) da Guiné-Bissau, no âmbito do Programa de Capacitação das 11 OSC seleccionadas, realizou dois Djumbai (que em crioulo significa conversa) com a comunicação do Stéphane Laurent (CIDAC - Centro da Intervenção para o Desenvolvimento Amilcar Cabral) sobre “Comércio Justo, uma proposta assente na soberania alimentar” e da Rita Leote (ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária) sobre “O papel do Voluntariado no Desenvolvimento Comunitário”, com a participação das 11 OSC.

Estes Djumbai partiram da ideia de aproveitar a vinda à Guiné-Bissau de dois dos parceiros deste Projecto, o CIDAC e o ISU, através dos seus técnicos, peritos em diferentes temas, para darem formações às 11 OSC beneficiárias do Programa de Capacitação do Projecto No Na Tisi No Futuru. Assim, permitiu também, reforçar a aproximação entre as 11 OSC beneficiárias e os parceiros do Projecto No Na Tisi No Futuru.

Stéphane Laurent, durante o Djumbai realizado no dia 28 de Novembro de 2008, na Escola de Artes e Ofícios de Quelelé, criou a oportunidade de conhecerem melhor o conceito do Comércio Justo, a sua história e definição; a evolução do comércio justo e a emergência de um comércio justo alternativo; as experiências na Guiné-Bissau e na Sub-Região e igualmente a soberania alimentar para uma agricultura com camponeses. O tema em destaque no encontro realizado foi a importância da produção local para os mercados locais, numa perspectiva de economia solidária e comércio justo.

No dia 2 de Dezembro de 2008, Rita Leote, no Djumbai que decorreu no Centro de Recursos da sede do Projecto No Na Tisi No Futuru em Bissau, desenvolveu o tema, “o papel do voluntariado no desenvolvimento comunitário” para as 11OSC guineenses. Esta sessão de Djumbai, teve como objectivo ajudar a reflectir e motivar a discussão sobre o que é o voluntariado e perceber o papel do voluntariado no desenvolvimento comunitário. 

Para os formandos foi uma oportunidade de se confrontarem com temas novos, o que os levou a avaliarem por positivo esse tipo de acções e a pedirem mais formações desse tipo e mais tempo para o seu desenvolvimento.

Por seu lado, os formadores, Rita e Stéphane, também gostaram da experiência e da partilha de conhecimentos que esses dois Djumbai possibilitaram. 

Equipa do Projecto em retiro Sem Comentários »

18 de Novembro, 2008 (Notícias)

Durante dois dias, 31 de Outubro e 1 de Novembro, o Projecto de Apoio à Sociedade Civil na Guiné-Bissau, reuniu no Centro Diocesano de Espiritualidade – N´Dame para um Retiro de trabalho.

O objectivo do evento realizado foi de encontro à necessidade da Equipa do Projecto No Na Tisi No Futuru de se familiarizar com as Organização da Sociedade Civil (OSC) seleccionadas, conhecer melhor as suas necessidades de formação e reformular em conjunto o programa de formação.


Segundo a Coordenadora Ana Teresa Forjaz este encontro “correu muito bem pois todas as 11 Organizações seleccionadas pelo Projecto No Na Tisi No Futuru participaram e as expectativas preconizados foram cumpridas”.

Para Ana Teresa, este Retiro foi uma oportunidade para as Organizações beneficiárias expressarem a real necessidade das suas formações.

No Retiro tomaram parte a Coordenadora do Projecto, 3 Coordenadores pedagógicos, a Coordenadora Adjunta, a Administrativa /logística e dois elementos de cada uma das 11 OSC guineenses seleccionadas.

Para atingir os resultados esperados foi realizada uma apresentação de cartazes e power point previamente preparados pelas 11 OSC através dos quais estas Organizações partilharam com o grupo a sua missão, objectivos, público-alvo, planificação estratégica, zonas de intervenção e organigrama. Esta apresentação permitiu não só conhecer melhor cada uma das OSC como detectar dificuldades nos conceitos apresentados.

Também através de cartazes e apresentação power point, as OSC partilharam as análises formuladas durante a primeira formação de sistematização. Esta actividade permitiu conhecer as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças, de modo a contribuir à tomada de consciência das necessidades de capacitação de cada uma das OCS.

Um último objectivo atingido foi a apresentação de duas propostas pelas OSC e uma pelos Coordenadores pedagógicos para revisão do actual programa de formação. 

Do encontro saíram propostas como a realização de mais encontros similares a este, para facilitar a familiarização entre todos e a criação de um fórum de concertação de todas as organizações seleccionadas ou de uma rede dos parceiros do IMVF.

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